Janeiro 02 2009

 

Quem me dera olhar para ti e odear-te

Quem me dera que nunca mais te ouvisse,

Te cheirasse, te sentisse

Um clamor que ficou na minha ausência

Não sei se paixão, se uma demência

Não sei se amor, se uma chatiçe.

 

Gostava de ser livre, de ter meu coração aberto

Caminhar com ele entre a multidão

Certo de que meu coração

Se desprendia

E com toda a alegria

Procurava entre o Mundo compaixão.

 

Compaixão entre as pessoas

Porque está cansado de viver

Não sabe se hà-de amar se odiar

Está desesperadamente desesperado

Permanece triste e malogrado

E está farto de sofrer.

publicado por Simao_psi às 20:33

Sê paciente; espera
que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto
ao passar o vento que a mereça.

Eugénio de Andrade

Abraço,
TSB
TSB a 5 de Janeiro de 2009 às 15:39

Isto não é bonito...
a 7 de Janeiro de 2009 às 00:47

Eu não o diria melhor em tão poucas mas belas palavras. É mesmo isso.
whity a 9 de Janeiro de 2009 às 17:39

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